segunda-feira, 7 de maio de 2012
Efeitos do amor.
Os efeitos da lei de AMOR são o aperfeiçoamento moral da raça humana e a felicidade durante a vida terrena. Os mais rebeldes e os mais viciosos deverão se reformar, quando virem os benefícios produzidos por esta prática: Não façais aos outros os que não gostaríeis que vos fizessem, mas sim fazei a eles todo o bem que está ao vosso alcance.
Não acrediteis na secura e no endurecimento do coração humano. Ele cede mesmo a contragosto, ao verdadeiro AMOR. É como se fosse um ímã ao qual não se pode resistir. O contato desse amor vivifica e fecunda os germens dessa virtude que estão nos vossos corações adormecidos. A Terra, morada de provações e de exílio, será então purificada por esse fogo sagrado e verá serem nela praticados a caridade, a humildade, a paciência, a dedicação, a abnegação, a resignação e o sacrifício, virtudes todas as filhas do amor. Amem-vos uns aos outros.
Pratiquem estas lições; sua prática é difícil, mas a alma retira delas um imenso benefício. Todos os seres vivos foram feito de amor. Até as espécies animalescas em que não acreditais são capazes de amar tbm as outras espécies. O que dirás de vós homens? Acreditai, fazei o sublime esforço: “Amai-vos”, e verá a Terra se transformar e tornar-se um novo paraíso, onde as almas virtuosas desfrutarão do repouso merecido.
domingo, 18 de março de 2012
Eterno amor.
Amor que é amor, dura a vida inteira. Se não durou, é porque nunca foi amor. O amor resiste à distância, ao silêncio das separações e até às traições.
Sem perdão, não há amor.
Diga-me quem você mais perdoou na vida, e eu então saberei dizer quem você mais amou.
O amor é equação onde prevelace a multiplicação do perdão. Você o percebe no momento em que o outro fez tudo errado, e mesmo assim você olha nos olhos dele e diz: "Mesmo fazendo tudo errado eu não sei viver sem você. Eu não posso ser nem a metade do que sou, se você não estiver por perto."
O amor nos possibilita enxergar lugares do nosso coração que sozinhos jamais poderíamos enxergar.
Sem perdão, não há amor.
Diga-me quem você mais perdoou na vida, e eu então saberei dizer quem você mais amou.
O amor é equação onde prevelace a multiplicação do perdão. Você o percebe no momento em que o outro fez tudo errado, e mesmo assim você olha nos olhos dele e diz: "Mesmo fazendo tudo errado eu não sei viver sem você. Eu não posso ser nem a metade do que sou, se você não estiver por perto."
O amor nos possibilita enxergar lugares do nosso coração que sozinhos jamais poderíamos enxergar.
domingo, 11 de março de 2012
O amor não sabe amar.
Economizar amor é avareza. Coisa de quem funciona na frequência da escassez. De quem tem medo de gastar sentimento e lhe faltar depois. É terrível viver contando moedinhas de afeto. Há amor suficiente. Há amor para quem quer se conectar com ele. Não perdemos quando damos. Ganhamos junto. Tudo isso pra dizer que eu não sei dizer onde é que isso vai dar, que eu não mando no querer, aliás, é o querer que quer me governar. Hoje eu vivo pra dizer, eu digo pra viver, você é meu lugar. Se o amor não nos quiser, então azar do amor, não soube nos amar.
terça-feira, 6 de março de 2012
Parafraseando Chico Buarque.
"O meu amor tem um jeito manso que é só seu e que me deixa louca quando me beija a boca. A minha pele toda fica arrepiada e me beija com calma e fundo até minh'alma se sentir beijada". (8)
É perfeito d+ receber um trecho de Chico Buarque na música "O meu amor", da pessoa em que estou depositando todo meu afeto e sentimento bom!
É perfeito d+ receber um trecho de Chico Buarque na música "O meu amor", da pessoa em que estou depositando todo meu afeto e sentimento bom!
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Mudança de estação.
A sua boca, o seu cheiro e o seu domínio sobre o meu corpo se tornou algo tão forte e tão intenso que dormir e viver já se tornaram hábitos indomáveis e o verão está se transformando em primavera, mais do que ela mesmo em sua própria estação.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Que se chama paixão.
Farei o possível para não amar demais as pessoas, sobretudo por causa das pessoas. Às vezes o amor que se dá pesa, quase como uma responsabilidade na pessoa que o recebe. Eu tenho essa tendência geral para exagerar, e resolvi tentar não exigir dos outros senão o mínimo. É uma forma de paz, porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. O amor é tão mais fatal do que eu havia pensado, o amor é tão mais inerente quanto a própria carência, e nós somos garantidos por uma necessidade que se renovará continuamente. O amor já está, está sempre. Falta apenas o golpe da graça - que se chama paixão.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Clima de festa.
Ceias de Natal são o hábitat preferido de espécies que hecatombe alguma ameaça de extinção: os tipos folclóricos familiares.
Entra ano, sai ano e a única coisa que muda é o penteado de alguns personagens. Às vezes, nem isso. O cunhado se apossa do videokê (cunhados adoram videokês), sobrinhos berram pela casa e sempre chega uma prima que ninguém estava esperando. Pior, carregando um presentinho - justo ela, tão sumida que nem entrou no amigo secreto familiar. Ah, é. Tem isso: o amigo secreto familiar.
Em meio ao blablablá de paz entre os homens, o Natal embute uma ameaça à estabilidade emocional de quem se julga bem resolvido e quase em condições de ter alta da terapia. Juntos, pais, mães, tias, primos - e cunhados - transformam qualquer festa num evento que beiraria o trágico se não mergulhasse no cômico.
Tem aquele tio sofredor e tia animada. Ele sempre sente alguma dor, que os médicos insistem em ignorar; ela é um escândalo, bebe muito, ri alto e puxa o corinho de "discurso, discurso, discurso" em toda história contada.
Temos o crítico e o corpo mole, nada neste mundo existe sem que o primeiro tenha opinião, emitida em voz alta, até para quem não quer ouvir; o segundo jura que vem ajudar a montar o som, instalar a lona e carregar o engradado de champanhe. Chega bem na hora da festa e só sai carregado.
Ah! E a passiva-agressiva, papel geralmente exercido por uma tia mais velha ou uma prima abandonada pelo marido. Para ela, uma pessoa simples, qualquer coisa está bem, tudo é muito bom, o pessoal é bonzinho. Pena que sirvam comida que faz mal a ela, que ninguém toque as músicas de que ela gosta...No mundo ideal, todos adivinhariam seus pensamentos.
Neste ambiente adorável ainda temos o brucutu e a enjoada. Representados respectivamente, por uma barriga de tanquinho e cérebro de tábua de passar, ele carrega geladeiras e barris de bebida, só para que notem seus bíceps; ela come, bebe e troca presentes, mas diz que comida boa, bebida boa e presente bom só numa festa a que foi, muito tempo atrás. "Aquilo é que era festa", suspira.
Encontra-se ainda nesse antro o exibido. Para ele, famosos não têm sobrenome. Sua frase preferida é "Eu falei com o Zé", referindo-se a algum bacana do poder; ela fica num ponto estratégico e não perde um só lance da festa, devidamente comentado a seguir.
O Teen Emburrado e a Alcoviteira: Ele se comunica por grunhidos, acha tudo um tédio e só dá sinais de vida na hora da ceia; a grande ameaça a ele é a Alcoviteira, cujo vocabulário básico tem três frases: "Como você cresceu", para o teen; "Quando você se casa?", para os solteiros; e "Quando vêm os filhos?", para os casados.
A Grande Vítima e o Casal Nem Aí: Esse é o papel da mãe, ninguém ouse ameaçar seu reinado, justo ela que fez sozinha toda aquela comida, sem a ajuda de ninguém e sem esperar cumprimentos, porque ninguém liga mesmo... O casal de primos vem de um bairro distante, tem cinco capetas, chamados de filhos, que destroem a casa em que estão, enquanto os pais aproveitam a festa.
Não seria tão nobre e tão belo tais natais se não fossem dessa maneira. O que não se pode e nem se deve deixar de existir é a união das famílias e o amor que sentem entre si, não importa de que maneira isso acontece, o que verdadeiramente é necessário é que haja paz e força para então assim começarmos um novo ano.
Feliz Natal e um belo ano novo.
Entra ano, sai ano e a única coisa que muda é o penteado de alguns personagens. Às vezes, nem isso. O cunhado se apossa do videokê (cunhados adoram videokês), sobrinhos berram pela casa e sempre chega uma prima que ninguém estava esperando. Pior, carregando um presentinho - justo ela, tão sumida que nem entrou no amigo secreto familiar. Ah, é. Tem isso: o amigo secreto familiar.
Em meio ao blablablá de paz entre os homens, o Natal embute uma ameaça à estabilidade emocional de quem se julga bem resolvido e quase em condições de ter alta da terapia. Juntos, pais, mães, tias, primos - e cunhados - transformam qualquer festa num evento que beiraria o trágico se não mergulhasse no cômico.
Tem aquele tio sofredor e tia animada. Ele sempre sente alguma dor, que os médicos insistem em ignorar; ela é um escândalo, bebe muito, ri alto e puxa o corinho de "discurso, discurso, discurso" em toda história contada.
Temos o crítico e o corpo mole, nada neste mundo existe sem que o primeiro tenha opinião, emitida em voz alta, até para quem não quer ouvir; o segundo jura que vem ajudar a montar o som, instalar a lona e carregar o engradado de champanhe. Chega bem na hora da festa e só sai carregado.
Ah! E a passiva-agressiva, papel geralmente exercido por uma tia mais velha ou uma prima abandonada pelo marido. Para ela, uma pessoa simples, qualquer coisa está bem, tudo é muito bom, o pessoal é bonzinho. Pena que sirvam comida que faz mal a ela, que ninguém toque as músicas de que ela gosta...No mundo ideal, todos adivinhariam seus pensamentos.
Neste ambiente adorável ainda temos o brucutu e a enjoada. Representados respectivamente, por uma barriga de tanquinho e cérebro de tábua de passar, ele carrega geladeiras e barris de bebida, só para que notem seus bíceps; ela come, bebe e troca presentes, mas diz que comida boa, bebida boa e presente bom só numa festa a que foi, muito tempo atrás. "Aquilo é que era festa", suspira.
Encontra-se ainda nesse antro o exibido. Para ele, famosos não têm sobrenome. Sua frase preferida é "Eu falei com o Zé", referindo-se a algum bacana do poder; ela fica num ponto estratégico e não perde um só lance da festa, devidamente comentado a seguir.
O Teen Emburrado e a Alcoviteira: Ele se comunica por grunhidos, acha tudo um tédio e só dá sinais de vida na hora da ceia; a grande ameaça a ele é a Alcoviteira, cujo vocabulário básico tem três frases: "Como você cresceu", para o teen; "Quando você se casa?", para os solteiros; e "Quando vêm os filhos?", para os casados.
A Grande Vítima e o Casal Nem Aí: Esse é o papel da mãe, ninguém ouse ameaçar seu reinado, justo ela que fez sozinha toda aquela comida, sem a ajuda de ninguém e sem esperar cumprimentos, porque ninguém liga mesmo... O casal de primos vem de um bairro distante, tem cinco capetas, chamados de filhos, que destroem a casa em que estão, enquanto os pais aproveitam a festa.
Não seria tão nobre e tão belo tais natais se não fossem dessa maneira. O que não se pode e nem se deve deixar de existir é a união das famílias e o amor que sentem entre si, não importa de que maneira isso acontece, o que verdadeiramente é necessário é que haja paz e força para então assim começarmos um novo ano.
Feliz Natal e um belo ano novo.
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