quarta-feira, 9 de março de 2011

Filosofia, poesia e folia...

Quanto a mim, gosto da vida: borboletas e bolhas de sabão e todas as coisas que, entre os homens, se assemelham a elas. Vendo flutuar essas almas leves, tolas, móveis, pequenas isso seduz Zaratustra a lágrimas e canções. O homem no decorrer dsa sua existência tem sentido muito pouco alegria: esse, somente, meus irmãos, é o nosso pecado original. Um homem de verdade só deseja duas coisas: perigo e brincar, então aos que dançam aos sons coloridos da fantasia, aos que fazem o corpo tremer, voar e mostrar, essas pitadas de folosofia, poesia e folia, escritas por Nietzsche, discípulo de Dionísio, deus do vinho, das festas, das orgias e do prazer...Fantasiado de filósofo ele se junta aos cordões de foliões. Juntemos! Então assim, eu poderia crer somente num deus que dançasse. E quando vi o meu demônio eu o encontrei sério, rigoroso, profundo e solene: era o espírito da gravidade por ele todas as coisas afundam. Não se mata por meio do ódio. Mata-se por meio do riso. Venham, vamos matar o espírito da gravidade! Agora estou leve! Agora eu voo! Agora um deus dança através do meu corpo.
Digo-lhes: É preciso ter caos dentro de si mesmo para ser capaz de dar à luz uma estrela dançante. Até o próximo ano FESTA DA CARNE!

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